Nós os bons somos mais

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“Nós os bons somos mais”.

A primeira vez que vi esta frase foi num congresso e estava em Espanhol. Numa apresentação dada pelo Venezuelano Santos Lever, mentor no projeto em que trabalho. “Los Buenos somos mas” aparecia no grande écran. Ele vive num país com altas dificuldades e ainda assim falou-nos em abundância e numa atitude positiva perante a vida. Não deixou que as circunstâncias ditassem a sua vida . Porque ele acredita que, de facto, nós os bons, somos mais.

E somos mesmo!

Numa sociedade construída com medos e desconfianças às vezes leva-nos a pensar que há mais gente má que boa. Mais truques escondidos na manga e mais vontade de enganar. Numa ótica ganhas tu ou ganho eu. Mas isso não é verdade! Esta muito longe da verdade de facto! Em cada um de nós há uma coração desejoso de viver e vibrar em amor. O segredo é não deixar que as circunstâncias ditem a nossa vida, como fez o Santos Lever! Como fazemos nós na Teamway!

Pegamos nos nossos sonhos e começamos a dar-lhes forma. E gritamos ao mundo que aqui, só nós podemos ganhar esta “guerra”. Que até podemos ter perdido batalhas, mas sabem que mais? Nós os bons somos mais! E quando nos juntamos nada nos pára!

Somos mais em número, somos mais em amor, somos mais em esperança, somos mais lutadores, somos mais crentes, somos mais fortes, somos mais agradecidos, somos mais corajosos, somos mais solidários, somos mais donos da nossa vida. E brilhamos mais também!

Nós os bons somos mais! E somos muitos! E estamos cá para mudar o mundo!

 

O que fizeram com os nossos sonhos?

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Eu acredito que todos nascemos empreendedores. Claro que não nascemos com um plano de negócio preparado (ou será que nascemos??)! Mas todos temos a capacidade de criar e de sonhar (com sonhos muito nossos) e todos nascemos para sermos livres, donos de nós próprios e da nossa vida. Acredito também que todos vimos com uma vontade gigante de mais… De explorar e receber mais. Estamos cá para encontrar a nossa felicidade. E para mim isso é o que define um empreendedor.

Também defendo a teoria que todos nascemos para sermos líderes! Todos influenciamos  (bem ou mal, mas influenciamos) e se nos conectarmos com as nossas verdadeiras paixões, se trabalharmos a nossa auto-estima e desenvolvimento pessoal e nos rodearmos das pessoas certas e ambiente certo, seremos excelentes lideres em várias áreas da vida.

Mas se isto é verdade… porque é que meio mundo anda cabisbaixo? A queixar-se da vida e a desejar que seja sempre sábado…

O facto de termos nascido com determinado dom não garante que este tenha sido desenvolvido. Quem nos ensinou? Que exemplos seguimos? Quisemos ser iguais a quem?

Ao longo do nosso crescimento fomos bombardeados com informação de fora, que não tem que ser necessariamente a correta para nós. Verdades de outros, vivências de outros… Meteram-nos em “caixinhas” – Bom a matemática, engenheiro; Bom a desenho, arquitecto. Curso universitário, fundamental para ter trabalho. Sê bom aluno, estuda muito, trabalha muito e… da-te por feliz por teres um emprego.

Durante todo esse percurso onde está o nosso verdadeiro eu? Aquela criança que sonhava em ser astronauta. Imagino-a fechada num escritório das 9h às 18h, já com 40 anos a pensar “a vida é isto?”

O que fizeram com os nossos sonhos?

Deviam ter-nos dado ferramentas para os conseguir! Matéria para sonhar mais alto. Ensinar-nos a conquistar! A persistir! A acreditar em nós próprios! A sermos empreendedores! A sermos felizes!

Vejo demasiadas pessoas com demasiados medos… de onde vêm? Quem os colocou lá? Desde quando arriscar algo é negativo? Desde quando a segurança é o nosso melhor aliado? Desde quando preferimos sobreviver em vez de viver?

A boa notícia é que nunca é tarde de mais. Se nasceu connosco, está cá dentro. À espera de ser despertado!

 

Que negócio é esse?

“Que negócio é esse em que as pessoas parecem andar todas felizes? Desculpa, mas não me parece normal numa sociedade que anda meio cabisbaixa. Adoram segundas-feiras? Estão a gozar?”

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Não… confesso que nunca me disseram estas frases exatamente como as escrevi (apesar de já me terem dito algumas parecidas). Mas é o que imagino as pessoas pensarem quando são surpreendidas por algumas fotos e posts em redes sociais partilhadas pelo pessoal da Teamway. A mim, enche-me de orgulho fazer parte deste projeto.

No inicio estranha-se. Reconhecimentos? Por tão pouco? As pessoas estão estranhamente acostumadas a serem chamadas a atenção quando fazem algo de errado, não quando fazem algo bem (afinal quando isso acontece não estão a fazer mais que a sua obrigação!). Aqui é ao contrário. Reconhecemos as mais pequenas conquistas, pois são essas que desenham o nosso caminho até às grandes vitórias.

“Lá fora” é quase empresarialmente aceite passar por cima do outro para vencer. Aqui dentro damos as mãos e subimos juntos. Há lugar para todos. Há abundância para todos.

E falamos de sonhos e de mudar o mundo (ui… quando chega aqui meio mundo acha que estamos loucos e nos fizeram uma lavagem cerebral). Trabalhamos para os NOSSOS sonhos. Temos em mãos um projeto de liberdade financeira: Um projeto que nos permite ganhar tempo e dinheiro (sim, leram bem, tempo também!).

Mas o melhor de tudo, a grande cereja no topo do bolo é que enquanto o fazemos, formamos-nos, cultivamos-nos e transformamos-nos na melhor versão de nós próprios. Esta é a má notícia: este projeto só é possível para quem está disposto a apostar no seu crescimento pessoal.

Eu sei… é estranho. Parece falso, parece impossível. Já o ouvi muitas vezes (nem imaginam quantas). Pessoas cépticas e sem esperança é o que mais há por aí, encontro-as todos os dias!!! Não me espanta. Numa sociedade em que fomos educados a desconfiar, a tirar um curso para trabalhar por conta de outro, a dizer mal do patrão e a programar a nossa vida consoante os anúncios da televisão… é normal! Mas a verdade é que existem outras realidades: Pessoas em quem podemos confiar mesmo sem as conhecermos; Pessoas que não tiraram nenhum curso e têm grande sucesso na vida; Patrões que realmente se preocupam; Boas marcas que não fazem publicidade… Projetos que realmente valem a pena. Há projetos que se regem pelo AMOR (e mesmo assim dão dinheiro!).

Talvez haja muito até. Eu só conheço este! Um projeto em que qualquer pessoa pode fazer parte, independentemente do seu ponto de partida. Onde nos entregam ferramentas para crescermos à nossa medida. Onde criamos uma nova família.

Este fim-de-semana tivemos mais um seminário brutal. E para não ficarem só com a minha palavra, deixo aqui algumas das publicações que pessoas da equipa foram deixando no facebook. E deixo uma pergunta também: Quantos amigos têm no facebook a deixar posts tão positivos sobre o trabalho que desenvolvem?

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